EMBIO® 6000 - BIOESTIMULADOR

Melhora a sanidade da sua granja. Retarda a formação de gases e controla larvas de moscas nos dejetos com destino ao biodigestor

O EMBIO® 6000 é um super produto projetado para melhorar a sanidade em granjas internas que adotam o dejeto suíno para a produção de biogás. Desenvolvido com extensa pesquisa, este bioestimulador oferece controle eficiente de gases, redução de odores e facilidade de limpeza para os produtores que direcionam os dejetos dos suínos diretamente para biodigestores.

Este produto exclusivo preserva a eficiência do biodigestor, garantindo benefícios dentro da granja sem comprometer a geração de gás. O Embio 6000 conta com princípios ativos seguros para humanos e animais, enquanto seu sistema de controle de gases não degrada o material orgânico. Isso assegura que o material permaneça disponível para aproveitamento no processo anaeróbio dentro do biodigestor. Recomenda-se avaliação individualizada pela equipe para a melhor indicação de manejo e dosagem, destacando a atenção ao uso seguro e eficiente deste produto inovador na gestão de dejetos em granjas suínas.

BENEFÍCIOS EXCLUSIVOS

Bioestimular com eficiência

Assegurar segurança nos processos

Controlar gases e odores

Reduzir patógenos, larvas e moscas

Economizar e Ser Eficiente

PERGUNTAS FREQUENTES

R. É uma solução da EMBIO para tratar lagoas de dejetos suínos e bovinos com o objetivo de reduzir o tempo de retenção dos dejetos, a carga excessiva de nutrientes, os patógenos, melhorar a degradação da matéria orgânica, a homogeneização e reduzir o cheiro e moscas – melhorando a qualidade do ar e do dejeto que será levado ao solo para adubação, resultando num biofertilizante.

R. O tratamento é realizado pela combinação da aeração na esterqueira realizada pelo
Propulsor Embio, em conjunto com o Embio 3000, um aditivo para acelerar o processo de compostagem dos dejetos.

R. Não podemos garantir o resultado, pois não sabemos a capacidade de oxigenação do aerador que não seja fabricado com a tecnologia EMBIO. A tecnologia da EMBIO, principalmente no modelo da turbina patenteada, assegura a formação das microbolhas necessárias para o material biológico adicionado.

R. Não garantimos o resultado e o tratamento EMBIOFERT® só pode ser assim chamado quando utilizar propulsor e aditivo biológico da marca EMBIO.

R. A EMBIO trabalha com diferentes tamanhos de propulsores, de potência de motor de 3CV, 4CV e 7,5CV. A decisão de qual o equipamento ideal para cada lagoa, depende de diagnóstico da propriedade. Importante dimensionar, calculando a quantidade de metros cúbicos a serem tratados, ou seja, o tamanho da lagoa: largura e comprimento x profundidade. E saber da energia disponível para movimentar o equipamento: energia trifásica ou monofásica.

R. Propulsor de fluxo descendente, equipado com uma TURBINA MODULAR, fabricada por processo de injeção com plástico de engenharia de alta resistência (PA 6.6/30% de fibra). Com um DEFLETOR FRONTAL PARA GERAÇÃO DE MICROBOLHAS (este modelo é exclusivo e patenteado). Sobre o eixo, para intensificar a absorção de ar para dentro da lagoa, sobrepomos ALETAS que direcionam o ar para o fundo da lagoa. Essa tecnologia proporciona um grande volume de movimentação e incorporação de oxigênio, em abrangência e profundidade.

 As partes metálicas (eixo, flange, suporte e parafusos) são fabricados em AÇO INOX 304 (exceto motor).

 Conjunto flutuador (BOIA) moldado em polietileno de alta densidade com proteção UV.

 Motor WEG de potência adequada a cada projeto e com proteção IP 55.

 Já vem adaptado com CARRINHO de duas rodas para facilitar o transporte e evitar danos entre a turbina e a geomembrana.

 O equipamento é acompanhado de uma CAIXA DE COMANDO com PROTEÇÃO FALTA DE FASE E SOBRECARGA. Possui também um TEMPORIZADOR ajustável, para programar a aeração correta para cada lagoa.

R. Não. Para que o tratamento EMBIOFERT seja completo e o resultado eficiente e eficaz, é necessário a combinação da parte mecânica (movimentação e formação de microbolhas) com o acréscimo do bioestimulador (material biológico) que auxiliará no processo de degradação de todo o material orgânico (dejetos) na lagoa. Um é complemento do outro.

R. Para tratar uma lagoa com esta característica, é possível sim, desde que, ao iniciar o tratamento colocando o propulsor para funcionar, seja deixado o líquido na lagoa para iniciar o processo. É necessário, em alguns casos, acrescentar mais líquido para dar condições do equipamento/motor trabalhar sem danificar.

R. Cada caso e cada propriedade é diferente e pode necessitar de uma condução exclusiva. Não existe uma receita única para todas as situações. O que vemos na prática é um período mínimo de 30 a 40 dias para que se perceba as mudanças e o dejeto que era sedimentado e sólido – comece a transformar-se numa calda grossa. À medida que o processo segue e é mantido, adicionando periodicamente o BIOESTIMULADOR EMBIO 3000, todo o material passa por transformações tornando-se “cremoso”, facilitando ser levado as lavouras, seja por caminhão de espalhar esterco ou ainda, por pivôs de irrigação.

R. Não só pode como deve, pois após passar pelo processo da biodigestão, o resíduo ainda não está pronto para ir ao solo, apresentando alta densidade e muito sólido. Possui muitos contaminantes e o odor é fortíssimo, em alguns casos, gera larvas e moscas. Portanto, sim, após o biodigestor o tratamento EMBIODFERT é indicado para que seja biotransformado em um rico fertilizante, reduzindo significativamente a sua carga patógena. Assim, na sua propriedade, o resultado dos dois processos, assegura um biofertilizante com a carga patógena reduzida drasticamente.

R. A dosagem a ser aplicada do BIOESTIMULADOR EMBIO 3000 nas lagoas, dependerá do tamanho e da quantidade de metros cúbicos existentes em depósito na sua lagoa. Calculamos em média 1 pote de 450 gramas para 700 metros cúbicos de dejetos.

Observação importante: na primeira aplicação (especialmente em lagoas de dejetos muito antigas e sedimentadas e lagoas de esterco de bovinos), indicamos sempre um, tratamento de choque inicial. Ou seja, aplicar um dose mais alta para iniciar o processo, e espaçar a partir do segundo mês.

Por exemplo: uma lagoa de 700m³ precisa colocar 1 pote de BIOESTIMUALDOR EMBIO3000 de 450 gramas. Mas, no tratamento de choque, vamos colocar 2 potes de 450 gramas do aditivo. Dentro de 15 dias, repetir a ação. A partir de 30 dias, é possível voltar a aplicação de 450 gramas por cada 700m³. E o processo seguirá com um pote a cada 15 dias.

R. Por várias razões. Para facilitar a retirada de todo o dejeto da lagoa, ou seja, para evitar extrair dela apenas a água que fica entre a camada do fundo da lagoa e a parte orgânica mais leve (superior) da lagoa. Para assegurar um espaço físico necessário para depositar dejetos dos lotes futuros, ganhar espaço nela, evitando sedimentação nas laterais da geomembrana e depósito da parte sólida no fundo da lagoa. Para facilitar o trabalho de manejo, ao retirar, o dor é fortíssimos, e os operadores sofrem na atividade de carregar e espalhar esse material. Além disso, para evitar dissabores e descontentamentos com vizinhos ou passantes, pois ao espalhar o esterco, sem tratamento, o odor é carregado pela região. Também ainda para evitar a proliferação de patógenos e equilibrar todos os nutrientes presentes no esterco, evitando a emissão dos gases. E por fim, outro fator importantíssimo, que é adequar-se a legislação ambiental, e assegurar licenças, pois com dejetos tratados, evita a contaminação de lençóis freáticos, sangas, açudes e mananciais de água. E acima de tudo, porque você estará carregando um riquíssimo material biológico para o solo, adubando-o naturalmente com um matéria-prima rica que já existe na sua propriedade, dando-lhe um destino adequado e útil ao solo, devolvendo-lhe a microvida e permitindo assim, um solo adubado, para melhor e maior produção naquela área que recebe o dejeto tratado. Usando o EMBIOFERT nos dejetos, é como se tivesse uma ON FARM na sua propriedade e ao tratar dejetos, você está o preparando e cuidando, produzindo seu próprio bio adubo, evitando gastos desnecessários com outra adubação química.

R. Não é necessário. O propulsor EMBIO possui um timer automático, ou seja, um programador de tempo de uso. A intermitência é interessante e com ajuda de um dos nossos técnicos, será definido o tempo de equipamento ligado e tempo de equipamento em descanso. Essa intermitência ajudará o material biológico a melhorar o desempenho, atuando de forma intensa e uniforme dentro da lagoa. Por exemplo, uma programação pode ser de 08 horas diárias, sendo que, o equipamento ficará programado para funcionar automaticamente por 30 minutos ligados e 15 desligados, completando as horas que desejar ele em funcionamento.

R. O Embio® 3000 é um aditivo para compostagem que possui enzimas que degradam
macromoléculas como a celulose, amido, proteínas e quitina. Trabalha para a mineralização da matéria orgânica, ficando essa disponível para o restabelecimento da microbiologia natural nas plantas e nos solos. As enzimas catalisam as reações de biodegradação das substâncias orgânicas promovendo a quebra das moléculas orgânicas, transformando-as em frações menores originando matéria orgânica decomposta.

R. O produto deve ser preparado um dia antes de ser aplicado na lagoa. Por ser um produto biológico concentrado, em pó e dormente, um pote de 450 gramas deve ser adicionado em 10 litros de água boa/limpa. Mexer levemente misturando o pó com toda a água. Após isso, deixar o produto em descanso por 20 a 24 horas, coberto com um pano limpo para que possa respirar. Não vedar o balde em uso, não colocar tampa com pressão que impeça a entrada de oxigênio para dentro do líquido em preparo. Após esse tempo de descanso e ativação, levar o produto para perto da lagoa e arremessar com o balde, o mais próximo da ação da turbina do equipamento propulsor EMBIO já em funcionamento para que este o misture em todo o dejeto da lagoa com a sua propulsão. O bioestimulador EMBIO3000 deve ser preparado para ser usado, no dia seguinte ao da instalação do propulsor. Logo que ele iniciar o processo de formação de microbolhas e quebra do material, já pode ser acrescentado o material biológico. Aplicar ao menos a cada 15 dias a dose necessária ao tamanho da lagoa. Sendo que a quantidade de 1 pote é usada a cada 700m³ de dejetos. Sendo assim, se a sua lagoa for maior e tiver mais quantidade de dejetos, calcule 1 pote para cada 700m³.

R. Os nitratos, fosfatos e outros elementos minerais ou orgânicos oriundos da produção
intensiva de suínos no Brasil, tem se tornado um problema, e é um grande desafio encontrar um manejo adequado em razão dos riscos de poluição.

É cada vez maior a busca por alternativas que visem melhorar a qualidade do ar e reduzir o poder poluente dos dejetos suínos a níveis aceitáveis pela legislação e que sejam acessíveis financeiramente para os produtores.

Com o aumento da produção dos suínos em pequenas áreas, é consequência o aumento do volume de dejetos líquidos produzidos. Para isso a exigência de áreas de lavoura para a disposição dele também é aumentada proporcionalmente.
Caso estes dejetos sejam dispostos de maneira incorreta podem ocasionar um excesso de carga no solo (nutrientes, metais, patógenos entre outros), tornando difícil sua absorção, à mesma taxa em que são aplicados (QUEIROZ et al., 2004; SEGANFREDO, 1999).

A recomendação técnica dos Órgãos de Fiscalização Ambiental é a estabilização destes e o armazenamento e tratamento em esterqueiras ou lagoas para posterior uso em áreas de lavoura suficiente com retenção mínima de 120 dias.

Neste caso, o produtor precisa homogeneizar de alguma forma o material a ser levado
para a lavoura, caso contrário irá levar nutrientes de forma aleatória, podendo sobrecarregar algumas regiões. Esse processo necessita de um sistema de movimentação que utiliza o trator, uma hélice pesada e o tempo do produtor.

Assim sendo, além dos benefícios de conseguir limpar a lagoa, desmanchar sedimentos das laterais da lagoa e fundo, além de controlar mau cheiro, larvas e moscas, e homogeneizar todo o material, transformando o material num rico biofertilizante para levar ao solo, também o produtor que utiliza o tratamento EMBIOFERT, está evitando contaminação dos lençóis freáticos, rios, açudes e solos.

São tantos benefícios que seria leviano avaliar e considerar apenas um deles. Renovar é preciso, e essa é a missão da EMBIO.

R. O tratamento compõe um conjunto de ações, de ordem física (movimentação e aeração), química (catalisando reações) e biológica (estimulando o trabalho dos microrganismos aeróbios do dejeto), resultando em diminuição dos parâmetros de carga poluidora, como apresentado nos gráficos a seguir.

DBO e DQO

Juntos os dois parâmetros demonstram a remoção de matéria orgânica do sistema. A
Demanda Química de Oxigênio (DQO) indica a concentração de matéria orgânica total presente no sistema. E a Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO) é um indicativo do teor de matéria orgânica biodegradável , ou seja, aquela que é consumida pelos microrganismos.
A diminuição destes parâmetros indica que o sistema de aeração
está fazendo o papel de oxidar a matéria orgânica por dois processos, o processo biológico, estimulando os microrganismos aeróbios e pelo processo química, oxidando a matéria orgânica não biodegradável pelo oxigênio injetado em forma de microbolhas. Este experimento foi realizado em 21 dias, um tratamento mais longo do dejeto, pode contribuir com maior redução destes parâmetros.

COBRE, ZINCO, ALUMÍNIO

O Zinco e o Cobre são metais pesados que estão presentes nos dejetos suínos e são
carregados para o solo no momento da aplicação na lavoura. Estes elementos, de forma geral, já estão disponíveis via solo em quantidade suficiente para alta produtividade, sendo assim o excesso deles pode causar problemas de contaminação do solo e afetar negativamente o desenvolvimento das plantas.

O Alumínio no solo é um dos principais responsáveis pelo baixo desempenho das plantas, pois altera a acidez do solo, deixando alguns nutrientes indisponíveis.
O tratamento Embio mostrou que pode reduzir as cargas destes compostos em um
tratamento de 21 dias. Um tratamento mais longo do dejeto, pode contribuir com níveis ainda mais baixos destes compostos.

NITROGÊNIO E FÓSFORO

O N é, entre os demais nutrientes, é aquele que exige maiores cuidados, pois além de
limitar o desenvolvimento da maioria das culturas, é o nutriente que mais está sujeito a
transformações biológicas e perdas, seja na armazenagem ou no solo. O excesso de nitrogênio pode causar diversos problemas tanto nos dejetos pela formação da amônia, que causa os maus odores, afetando a qualidade do ar, quanto quando aplicado ao solo, pois pode causar fito toxicidade nas plantas e eutrofização de corpos de água. Este elemento é o que está em maior quantidade na produção dos suínos e é excretado por fezes e urina. Assim, se torna importante conhecer o seu ciclo para realização de um tratamento adequado.

Um processo de nitrificação ocorre sob condições aeróbias, justificando a importância do sistema de injeção de ar realizado pelo Propulsor Embio, neste caso onde a amônia é convertida para nitrito, pela substituição dos hidrogênios por oxigênio, e depois para nitrato.
As reações abaixo mostram esse processo:

2NH4+-N + 3 O2 → 2 NO2- -N + 4H+ + 2 H2O (Nitritação)

2NO2 -N + O2 → 2 NO3- -N (Nitratação)

Em sistemas, com aeração intermitente, como é indicado para o trabalho do Propulsor
Embio, as condições aeróbias e anaeróbias são alternadamente repetidas. Esse procedimento torna efetivo o processo de gaseificação do nitrogênio amoniacal. Sendo que no período de não aeração, evita-se o acúmulo de nitrito. E o nitrato produzido é reduzido para nitrogênio gasoso, como mostra a reação:

2 NO3- -N + 2H+ → N2 + 2,5 O2 + H2O

Essa redução do nitrogênio diminui os odores de amônia, melhorando a qualidade do ar nas propriedades. O aditivo acelerador de compostagem Embio 3000, auxilia neste processo e é um grande aliado quando aplicado nas superfícies, como lâminas d´água e grelhas, juntamente com o propulsor na esterqueira, proporcionam um ciclo completo e melhoram a qualidade de vida.
O solo quando saturado por fósforo pode sofrer erosão e com isso levar quantidade do
elemento, o solo saturado também têm menor capacidade de adsorção em relação aos menos saturados. Com isso, o fósforo pode permanecer em maiores concentrações em solução ou solúvel em água o que favorece sua lixiviação.
O fósforo quando não é eliminado, causa eutrofização dos corpos de água, com
consequente redução do oxigênio dissolvido o que pode causar a morte de macro e micro-organismos. Nesse sentido, devido ao fato de os fertilizantes orgânicos, ricos em fosfatos, serem aplicados na superfície de solo sob sistema plantio direto, os sítios de adsorção com maior afinidade pelo fosfato são rapidamente saturados por causa do pequeno volume de solo em contato. Os riscos de transferência de P por escoamento superficial são potencializados tanto na forma solúvel quanto particulado.

Apesar de o fosfato ser considerado pouco móvel no solo, reaplicações constantes, em doses superiores às de saída, podem proporcionar a transferência de P solúvel por percolação. Tudo isto justifica a importância em diminuir a concentração dos fosfatos no dejeto aplicado ao solo, o sistema em 21 dias mostrou que o nível de fósforo diminui e resultados mais expressivos podem ser obtidos em um tempo de tratamento maior.

R. Você avaliando todos os benefícios em uma mesma solução, não resta nenhuma dúvida de que o tratamento EMBIOFERT® é uma excelente aquisição.
O tratamento se mostra eficiente em diversas frentes, sendo as principais:
1 – Degradação da matéria orgânica (compostos estáveis e não tóxicos).
2 – Conversão da amônia (reduzindo odores).
3 – Morte das larvas de moscas e de outros vetores.
4 – Diminuição da carga de patógenos (sistema de aeração.)
5 – Dejetos homogêneos .
6 – Condicionador/Biofertilizante para o solo.
7 – Redução do tempo de estabilização de 120 para 30 dias.

O dejeto tratado torna-se um fertilizante orgânico e é neste processo que é importante fazer a distinção entre os fertilizantes minerais e orgânicos. Os minerais tem um efeito direto, com o objetivo de fornecer os nutrientes. Os materiais orgânicos se enquadram principalmente como condicionadores, pois agem de forma eficaz no aumento de porosidade do solo, aeração, retenção de água, atividade microbiológica e na capacidade de retenção de cátions. Ou seja, o dejeto tratado torna-se um fertilizante orgânico com efeito indireto sobre as culturas, promovendo uma ação benéfica nas propriedades físicas e químicas do solo e intensificando a atividade microbiana e enzimática.

Pronto! Agora é hora de usar o Tratamento EMBIOFERT® para que você seja mais um produtor consciente: Pela renovação da vida no campo!

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